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Sweatshops são indústrias, geralmente de roupas, em que se trabalha uma longa jornada por um salário baixo, geralmente abaixo do limite legal, sem obedecer a normas de segurança, direitos trabalhistas, e ocasionalmente usando também trabalho infantil.

A Fair Labor Association anuncia que sweatshops existem em pelo menos 18 países, incluindo: Bangladesh, Costa Rica, El Salvador, China, República Dominicana, Índia, Vietnã, Honduras, Indonésia, Armênia, Brasil, Haiti, Taiwan, Costa do Marfim, Nicarágua, México e Estados Unidos [1].

Controvérsia

Sweatshops são considerados uma forma de trabalho abusivo semelhante à escravidão e portanto uma prática econômica anti-ética e condenada por diversos movimentos no mundo que regularmente protestam por denúncias feitas contra marcas grandes. Entretanto, sweatshops desempenham um papel importante no desenvolvimento econômico dos países pobres permitindo que se industrializem e diminuam a pobreza. Economistas afirmam que proibições ou regulações fortes sobre estas indústrias desincentivariam seu desenvolvimento nestes países (migrando para países com menor grau de regulação) e que os trabalhadores optam por estes trabalhos por que as alternativas são piores. Um estudo de 2017 encontrou que a adoção de práticas melhores de gerenciamento e contratação dos trabalhadores, e a existência serviços de seguridade social podem ser uma forma de aliviar os males deste processo de industrialização [2].

Veja também

Links

Referências

  1. Sweatshop - Wikipedia
  2. Everything We Knew About Sweatshops Was Wrong - The New York Times, abril de 2017]